Uma vacina desenvolvida pelas empresas farmacêuticas Pfizer e BioNTech tem a capacidade de neutralizar as variantes da Covid-19 surgidas no Reino Unido, Brasil e África do Sul em testes laboratoriais. A informação foi publicada ontem (8) em um artigo na revista "The New England Journal of Medicine".
A pesquisa foi feita em conjunto com especialistas da Universidade do Texas com uma versão isolada do vírus para fazer os testes com as cepas. Anteriormente, mesmo com 95% de eficácia contra o coronavírus, a vacina da Pfizer não havia impedido que mutações do vírus fossem identificadas após os ensaios clínicos.
No caso das variantes brasileira e britânica, presentes na mesma proteína "spike", o estudo aponta uma resposta "robusta" da vacina. Contra a variante sul-africana, mais transmissível, apresentou uma capacidade de neutralização um pouco mais baixa, mas ainda eficiente.
O estudo foi realizado com 15 pacientes vacinados, que depois entraram em contato com as versões do vírus em laboratório.
A Pfizer já havia afirmado a eficiência da sua vacina contra as variantes do Reino Unido e África do Sul. Agora, a do Brasil foi incluída.
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