A pena maior coube ao presidente da Casa, Nilton Rosa: dez anos de prisão em regime fechado e mais 247 dias/multa. O vereador foi acusado de peculato [no caso, apropriação de dinheiro público] e falsificação de documento [assinou cheque se passando por outra pessoa] repetida vezes. Os outros dois condenados foram Agnaldo Santos Filho e Eduardo Coelho dos Santos também por peculato.
Ambos pegaram cinco anos e três meses com pena inicial no regime semiaberto. Conforme o magistrado, os acusados poderão responder em liberdade às condenações de prisão até o trânsito em julgado (quando não houver mais condição de recurso), segundo entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF).
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