Auditores do Tribunal de Contas da União (TCU) apontaram irregularidades nos gastos feitos pelo governo Jair Bolsonaro em seu primeiro ano de mandato.
Segundo informações da Folha, houve transferência de despesas de ministérios para estatais como forma de contornar a regra do teto de gastos, que barra a elevação de custos acima da inflação do ano anterior. Outra irregularidade seria o uso de critérios não técnicos na distribuição de verbas de publicidade.
A expectativa é a de que as contas do presidente sejam aprovadas com ressalvas. O julgamento foi marcado para hoje (10), às 10h.
Os auditores verificaram a falta mais grave no Ministério da Defesa, que direcionou recursos como "aumento de capital" para a Emgepron, estatal ligada ao Comando da Marinha que gerencia projetos navais. Em seguida, a estatal adquiriu embarcações para operar na base de pesquisa na Antártida. Com a manobra, a Defesa se livrou de R$ 7,6 bilhões em despesas em seu balanço.
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