Médicos, enfermeiros e os demais profissionais de saúde já vão poder contar com máscaras produzidas por detentos de conjuntos penais na Bahia. A informação foi confirmada pelo governador Rui Costa (PT), em tweet publicado hoje (30) nas redes sociais. Segundo o gestor, já foram produzidas 8,3 mil máscaras. "Um reforço importante contra o novo coronavírus, fruto do trabalho de quem está em processo de ressocialização", escreveu Rui.
Um dos conjuntos penais é o de Itabuna, no sul do estado. A unidade prisional, administrada em regime de Cogestão entre a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e a Socializa, iniciou a produção na semana passada, com cinco internos.
Na última quarta-feira (25), foi autorizadas a ampliação desse número para 30 reeducandos, que recebem orientação de dez instrutores da empresa Socializa. Os internos serão remunerados para a ação, além de terem direito à remissão de pena, de acordo com os parâmetros previstos na Lei de Execuções Penais. Nos primeiros quatro dias, com os cinco reeducandos que iniciaram o trabalho, a produção chegou a 2.080 máscaras, uma média de 520 por dia.
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