O ex-jogador Ronaldinho Gaúcho foi preso por usar documentos falsificados durante sua estadia no Paraguai. Na noite de quarta-feira (4), ele foi alvo de uma ação policial em um hotel em que estava hospedado, na cidade de San Lorenzo, nos arredores da capital Assunção.
“Vamos fazer cumprir a lei. Temos a informação de que ele tem documentação adulterada”, disse o ministro do Interior do Paraguai, Euclides Acevedo, em entrevista à rádio Ñandutí.
De acordo com informações da Veja, costa no boletim de ocorrência que a diligência policial foi feita denúncia policial formulada pelo Departamento de Identificações da Polícia Nacional ao Ministério Público do Estado”, que investigou os passaportes de Ronaldinho e do seu irmão, Roberto de Assis Moreira. No documento falso, ambos estavam com nacionalidade paraguaia naturalizada.
De acordo com o ministro Acevedo, mesmo sem encontrar o registro em sistema dos documentos apresentados na imigração, a entrada de Ronaldinho e Assis em território paraguaio foi autorizada pelos agentes do Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi.
“Nós não queremos investigar apenas a adulteração, mas também as autoridades que permitiram essa irregularidade de procedimento”, declarou.
Em depoimento, Ronaldinho teria afirmado que estava no Paraguai atendendo a um convite do empresário brasileiro de Nelson Belotti, dono do cassino Il Palazzo. No país, eles participariam de uma série de eventos
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