O presidente Jair Bolsonaro voltou a rebater o governador Rui Costa (PT), que em suas redes sociais afirmou neste sábado (15) que a polícia baiana cumpre a lei, “mesmo que marginais tenham laços com a Presidência”.
Também utilizando suas redes sociais, Bolsonaro afirmou que a morte de Adriano da Nóbrega, miliciano morto após operação da Polícia Militar baiana no final de semana passado, foi uma “provável execução sumária” e “queima de arquivo”.
“A atuação da PMBA, sob tutela do governador do Estado, não procurou preservar a vida de um foragido, e sim sua provável execução sumária, como apontam peritos consultados pela revista Veja. É um caso semelhante à queima de arquivo do ex-prefeito Celso Daniel, onde seu partido, o PT, nunca se preocupou em elucidá-lo, muito pelo contrário”, afirmou.
O presidente ainda citou que que Rui “não só mantém fortíssimos laços de amizade com bandidos condenados em segunda instância, como também lhes presta homenagens, fato constatado pela sua visita ao presidiário Luiz Inácio Lula da Silva, em Curitiba, em 27 junho de 2019”.
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