Os policiais civis e penais que atuam na Bahia aprovaram estado de greve nesta terça-feira (21) e decidiram cruzar os braços durante 48 horas, a contar das 00h da próxima segunda (27).
Contrários à reforma da Previdência estadual que tramita na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), os profissionais das duas categorias promete paralisar as atividades nos dias 27 e 28 de janeiro para ocupar a casa e encaminhar ao governador Rui Costa (PT) um ofício “exigindo que na PEC 159/20 seja garantido aos Policiais Penais e Civis Pensão Integral, Paridade e Integralidade; promoção imediata”.
Presidente do Sindicato dos Servidores Penitenciários (Sinspeb), Reivon Pimentel classificou a proposta do governo estadual como “uma perversidade”, visto que não assegura aos policiais civis e penais os mesmos direitos garantidos aos policiais militares.
“Nós, policiais penais, exigimos do governo do Estado um tratamento isonômico em relação à Polícia Militar. Aos policiais militares foi garantido integralidade, paridade, 100% da pensão por morte. […] Caso não atendam nossos pleitos, o único recurso que cabe ao trabalhador é o movimento paredista, é a deflagração da greve. Uma matéria dessa magnitude que vai afetar mais de 500 mil trabalhadores deveria ter sido discutida com o parlamento e com a sociedade civil organizada, e isso não está sendo feito”, disse.
Brasil Anvisa manda recolher lote de água Crystal após detectar bactéria
Brasil Anvisa libera retomada da produção da Ypê após correção de falhas sanitárias
Brasil Eleitores brasileiros no exterior chegam à marca de 1 milhão
Brasil Influenciadora Deolane Bezerra é presa em operação contra lavagem de dinheiro do PCC; entenda
Brasil Governo lança campanha para acabar com escala 6x1 sem reduzir salários
Brasil Saiba como ficará sua jornada de trabalho com o fim da escala 6x1