Após ser preso por agredir a esposa na frente das filhas e ter o contrato suspenso com o São Paulo, o goleiro Jean foi anunciado como reforço do Atlético Goianiense.
O ex-atleta do Bahia foi emprestado à equipe goiana e já treina com os novos companheiros no Centro de Treinamentos do Dragão. O novo clube de Jean, que disputará a Série A do Brasileiro neste ano, ainda terá 20% dos direitos econômicos do jogador.
O goleiro foi detido nos Estados Unidos em dezembro após ter agredido com oito socos na cara de sua esposa Milene Bemfica e solto sem pagamento de fiança após uma audiência em Orlando. O processo continua na justiça americana. Ele tem ainda tem contrato com o São Paulo, vigente até 2022, embora não faça mais parte dos planos da diretoria tricolor.
Caso rescindisse o vínculo sem uma demissão por justa causa, o Tricolor teria de pagar todos os valores do contrato, possibilidade que não foi cogitada.
Para Adson Batista, presidente do Atlético-GO, o jogador merece uma nova chance na carreira. “É uma questão que não apoiamos, mas entendemos que é um grande atleta e que merece ter uma nova oportunidade na vida. Todos nós erramos, mas vamos dar o respaldo a ele”, afirmou.
“Queremos recuperar o ser humano, pois é um bom profissional. Confio nele tecnicamente. Ele sabe que não pode errar mais”, acrescentou.
O atleta revelado pelo Esquadrão, que viveu seu melhor momento atuando com o clube tricolor em 2017, foi cogitado recentemente como reforço do Ceará. A diretoria, porém, voltou atrás após protestos da torcida
Esportes Câmara aprova PL que incrementa mudanças para promoção do futebol feminino no Brasil
Esportes Flávia Saraiva conquista dois ouros e brilha no encerramento do Brasileiro de Ginástica
Esportes Vinicius Júnior renova contrato com Real Madrid por mais seis anos
Esportes CBF comunica que futebol brasileiro terá “pausa obrigatória” durante Copa do Mundo Feminina 2027
Esportes Fluminense de Feira volta a vencer o SSA FC e é campeão da Série B do Baiano
Esporte Seleção da Argentina é alvo de investigação da Fifa por manifestações políticas e violentas na Copa do Mundo