Para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os 580 dias em que ficou encarcerado na Superintendência da PF (Polícia Federal) em Curitiba fizeram dele um “ser humano melhor”.
A declaração do líder petista foi feita no prefácio do livro “Lula e a espiritualidade: oração, meditação e militância”, que reúne textos de 24 autores, incluindo o teólogo Leonardo Boff, a monja Coen, Frei Betto, a Iyalorixá Adriana de Nanã e o rabino Jayme Fucs Bar. A obra foi neste mês pela editora 247.
No texto que abre o livro, Lula conta que viveu sua vida inteira cercado de pessoas queridas, como familiares e amigos, e que a “distância deles” lhe afligiu muita dor. Ele afirma, porém, que a “solidão” a ele imposta fez dele “um ser humano melhor”.
“Não aprendi a odiar. Não odeio sequer meus algozes, que me trancaram numa cela porque tiveram medo que eu voltasse à Presidência para cuidar dos mais necessitados,achando que com isso teriam seus lucros reduzidos, e porque odeiam qualquer um que sonhe em dividir o pão”, escreveu.
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