Dos R$ 3 bilhões que o governo de Jair Bolsonaro (PSL) pretende remanejar para facilitar o pagamento de emendas parlamentares, quase um terço deve sair do orçamento do Ministério da Educação (MEC).
Na última terça (6), um projeto de lei foi encaminhado pelo Executivo para garantir os recursos para o pagamento de emendas (verbas para projetos e ações indicadas por parlamentares) negociadas na votação do primeiro turno da reforma da Previdência.
Segundo informações da Folha de S. Paulo, no texto está delimitado o remanejamento para outras áreas de recursos que estavam bloqueados desde fevereiro. O maior impacto negativo é na Educação, que perderá R$ 926 milhões.
Esse montante representa 16% do total bloqueado no MEC neste ano, que soma R$ 5,8 bilhões. Os remanejamentos previstos no projeto atingem, na área da Educação, ações como o apoio à manutenção da educação infantil, concessão de bolsas na educação superior e básica e apoio ao funcionamento de instituições federais de ensino.
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