A empreiteira OAS se aproxima de uma situação terminal, de acordo com reportagem da Folha publicada hoje (15).
Relatórios entregues à Justiça apontam que a empresa corre grande risco de falir.
Os alertas sobre a situação grave têm sido feitos nos últimos meses pela administradora judicial, nos autos do processo de recuperação do grupo.
A empresa chegou a ter receita bruta de R$ 7,7 bilhões em 2014, quando o presidente da empreiteira foi preso pela Polícia Federal em uma fase da Operação Lava Jato batizada de Juízo Final.
Em um dos documentos da empresa, correspondente ao mês de abril, a administradora afirma que coloca em dúvida "a capacidade de soerguimento das suas atividades empresariais".
O último aviso, de junho, declara situação de liquidez do grupo, que está em "estágio crítico", com dependência de recursos extraordinários, obtidos com a comercialização de ativos e de antecipação de precatórios, já que a receita dos canteiros de obras tem sido baiza.
À época do pedido de recuperação, a empresa atuava em cerca de 80 obras no país e no exterior, mas hoje trabalha em cerca de 20.
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