O príncipe britânico William, 37, afirmou nesta quarta-feira (26) que reagiria “absolutamente bem” caso alguns dos seus filhos fosse gay, mas admitiu que ficaria preocupado com as pressões e as dificuldades que poderiam ser enfrentadas, como “palavras de ódio” e “toda a discriminação”.
“Eu apoio completamente qualquer decisão que tomarem, mas me preocupa, do ponto de vista de pai, o número de barreiras, palavras de ódio, e toda a discriminação que pode vir. Essa é a parte que realmente me incomoda um pouco”, reflete.
“É algo que me deixa nervoso, não por que me preocupa que eles sejam gays, nada assim. É mais pelo fato de que me preocupo pelas pressões que eles irão enfrentar, e o quão mais difícil a vida deles poderá ser”, disse ele, em visita a uma organização filantrópica que ajuda jovens da comunidade LGBTQ+, segundo informações da Folha de S. Paulo.
William, segundo na sucessório do trono real, diz que começou a pensar sobre a questão desde que se tornou pai, e reconhece que a “posição” ocupada por sua família seria mais uma das questões.“Particularmente para a minha família e a posição na qual estamos, isso é o que me preocupa”, disse.
A visita do príncipe ao Albert Kennedy Trust (AKT) foi para a inauguração de um novo centro de serviços, antes do dia oficial da Parada anual do Orgulho LGBTQ+ de Londres. Neste ano, será reconhecido o aniversário do levante de Stonewall, episódio que é o marco da luta por direitos iguais de gays, bissexuais e trans.
Entretenimento Bienal do Livro Bahia recebe debate sobre biblioterapia e escrita terapêutica
Entretenimento Ivete Sangalo é flagrada de mãos dadas com empresário em praia
Entretenimento Rock in Rio 2026 anuncia atrações com foco em bandas de rock
Televisão Babu Santana diz que pós-BBB 26 tem sido ‘traumático’ e admite erros
Famosos Ivete Sangalo é internada em Salvador após indisposição
Famosos Virginia faz homenagem inusitada para Vini Jr. em estreia como rainha da Grande Rio