A defesa de Daniel Alves alegou à Justiça espanhola que não houve estupro, pois a vítima estaria lubrificada no momento do ato. A informação é do jornal O Globo.
De acordo com a publicação, os advogados do jogador brasileiro afirmaram que a relação foi consensual. Para tentar comprovar esta tese, usou como argumento um relatório médico do Hospital Clínic, onde a jovem foi atendida logo após as supostas agressões sexuais.
No documento, os médicos apontam que não foram identificadas lesões vaginais típicas de relações sexuais secas ou lesões compatíveis com sexo à força. Em outras palavras, a suposta vítima estaria lubrificada no momento do suposto ato.
Especialistas ouvidos pela reportagem ressaltaram que a presença de lubrificação vaginal, mesmo durante uma relação sexual, não é sinônimo de excitação. A lubrificação vaginal varia de indivíduo para indivíduo e de acordo com a fase do ciclo menstrual.
Bahia CBF divulga data da convocação para próximos amistosos da Seleção Brasileira
Esportes Saiba quem é David Corrêa, atacante do Vasco alvo de operação contra tráfico de drogas e armas
Esportes FIFA planeja Mundial sub-15 inédito para 211 federações associadas em 2026
Esportes Campeão da Copa de 2018, Pogba entra no radar do futebol brasileiro
Esportes Câmara aprova PL que incrementa mudanças para promoção do futebol feminino no Brasil
Esportes Flávia Saraiva conquista dois ouros e brilha no encerramento do Brasileiro de Ginástica