A defesa de Daniel Alves alegou à Justiça espanhola que não houve estupro, pois a vítima estaria lubrificada no momento do ato. A informação é do jornal O Globo.
De acordo com a publicação, os advogados do jogador brasileiro afirmaram que a relação foi consensual. Para tentar comprovar esta tese, usou como argumento um relatório médico do Hospital Clínic, onde a jovem foi atendida logo após as supostas agressões sexuais.
No documento, os médicos apontam que não foram identificadas lesões vaginais típicas de relações sexuais secas ou lesões compatíveis com sexo à força. Em outras palavras, a suposta vítima estaria lubrificada no momento do suposto ato.
Especialistas ouvidos pela reportagem ressaltaram que a presença de lubrificação vaginal, mesmo durante uma relação sexual, não é sinônimo de excitação. A lubrificação vaginal varia de indivíduo para indivíduo e de acordo com a fase do ciclo menstrual.
Esportes Lula recebe Ancelotti e Infantino no Planalto para tratar da Copa do Mundo de 2027
Esportes Brasil terá delegação recorde nos Jogos de Inverno Milão-Cortina 2026
Esportes Com time alternativo, Bahia vence o Jequié na estreia do Baianão 2026
Esportes Empresária de Haaland elogia gestão do Grupo City no Bahia
Esportes CBF altera horário do segundo jogo da final da Copa do Brasil entre Vasco e Corinthians
Esportes Valor de mercado do Bahia dispara após fim da temporada de 2025