O tenente coronel do Corpo de Bombeiros de Crisópolis, Valdemir Martins, indicou hoje (15), ao Metro1, que a explosão do imóvel onde funcionava a venda de fogos de artifícios aconteceu porque a estrutura não suportava o porte de materiais da categoria.
A real origem da explosão ainda é desconhecida pelos órgãos, afirmou Martins. Apesar disso, ele disse que o acidente foi causado por ser um local inapropriado para o armazenamento dos explosivos. "No alvará não tinha nenhum indicativo que é fabrica", revelou.
A situação atingiu casas próximas e, além das duas mortes e uma pessoa gravemente ferida, quatro pessoas receberam destroços do local, mas não tiveram ferimentos graves. "Várias casas foram danificadas: cinco casas. E quatro pessoas foram atingidas pelos objetos, sem muita gravidade", falou o bombeiro responsável pelo caso.
As mortes correspondem aos donos da casa onde havia os materiais explosivos, Ebervan Souza Reis, de 49 anos, e sua esposa, Fernanda Santana Batista, de 34. A menina gravemente ferida é a filha do casal, Talia Reis, de 13 anos. Ela foi transferida para o Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador.
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