Quatro Medidas Provisórias (MPs) assinadas no fim do governo do presidente Michel Temer e no começo do mandato de Jair Bolsonaro podem perder a validade nesta segunda-feira (3). Dentre as quatro MPs nesta condição, estão a que cria programa de combate a fraudes no INSS e a que trata de um marco legal para o saneamento básico.
As medidas provisórias são editadas pelo Executivo federal e entram imediatamente em vigor. No entanto, elas precisam ser aprovadas pelo Congresso Nacional em até 120 dias para virarem lei em definitivo. Quando isso não acontece, elas caducam e voltam a valer as regras anteriores.
No caso das MPs que vencem nesta segunda, nem todas chegaram a ser votadas pela Câmara dos Deputados. Elas precisam ser analisadas, primeiro, na Câmara, para depois serem votadas no Senado. Só após aprovadas nas duas casas que elas seguem para promulgação do Congresso.
Política Candidato único, Douglas Ruas é eleito presidente da Alerj
Política Bolsonaro tem melhora gradual, mas enfrenta dor e fadiga, dizem médicos
Política Ex-governador Cláudio Castro receberá R$ 140 mil por férias não tiradas
Política Escala 6x1: veja o que muda nas propostas do Congresso e no projeto do governo
Política Pesquisa CNT/MDA: Flávio Bolsonaro lidera rejeição; Lula aparece em segundo
Política Zé Neto apresenta pacote de projetos para aperfeiçoar Reforma Tributária e proteger setores produtivos