O ministro Luiz Henrique Mandetta, ainda no comando do Ministério da Saúde, disse à sua equipe que não vai aceitar convites de governos estaduais quando deixar o cargo em Brasília. Pelo menos os governadores de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), e de São Paulo, João Doria (PSDB), já demonstraram interesse em empregá-lo.
No entanto, o DEM avalia que aceitar uma dessas propostas poderia passar a impressão de que ele estava trabalhando politicamente no ministério. A legenda quer que ele tenha algum papel nacional após a esperada demissão.
Em entrevista à Veja, nessa quarta (15), Mandetta voltou a dar sua saída como certa e disse que se dedica a preparar a transição para o próximo chefe do Ministério da Saúde - o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ainda não decidiu quem vai suceder o democrata em meio à pandemia de coronavírus.De acordo com a publicação, que teve acesso a outra conversa entre o ministro e sua equipe, ele disse que vai apoiar a decisão dos membros, de permanecer na pasta com quem chegar ou assumir o espaço na equipe de algum governo estadual.
Política PL lança Rogério Marinho à disputa pela presidência do Senado
Política PSOL trava saída de grupo de Boulos e exige negociação para o PT
Política Senado vota PEC da Segurança nesta semana; proposta envolve redução da maioridade penal
Política Após derrota, Flávio Bolsonaro fala em disputar Presidência novamente antes de 2030
Política Funcionário da Casa Branca organizou jato usado por Flávio Bolsonaro em fuga, diz NYT
Eleições 2026 Flávio Bolsonaro deixa o Brasil com esposa e filhas e deve pedir asilo político nos EUA