O ministro Luiz Henrique Mandetta, ainda no comando do Ministério da Saúde, disse à sua equipe que não vai aceitar convites de governos estaduais quando deixar o cargo em Brasília. Pelo menos os governadores de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), e de São Paulo, João Doria (PSDB), já demonstraram interesse em empregá-lo.
No entanto, o DEM avalia que aceitar uma dessas propostas poderia passar a impressão de que ele estava trabalhando politicamente no ministério. A legenda quer que ele tenha algum papel nacional após a esperada demissão.
Em entrevista à Veja, nessa quarta (15), Mandetta voltou a dar sua saída como certa e disse que se dedica a preparar a transição para o próximo chefe do Ministério da Saúde - o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ainda não decidiu quem vai suceder o democrata em meio à pandemia de coronavírus.De acordo com a publicação, que teve acesso a outra conversa entre o ministro e sua equipe, ele disse que vai apoiar a decisão dos membros, de permanecer na pasta com quem chegar ou assumir o espaço na equipe de algum governo estadual.
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