De novembro de 2018, quando foi lançado, até agosto de 2019, o aplicativo Mapa do Racismo, do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), registrou 117 denúncias, sendo 48 denúncias de racismo, 47 de intolerância religiosa e 22 de injúria racial, segundo dados divulgados ontem (22) pelo órgão. As denúncias foram distribuídas para apuração por promotores de Justiça.
Iniciativa implantada pelo Grupo de Atuação Especial de Proteção dos Direitos Humanos e Combate à Discriminação (Gedhdis) e pelo Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos (Caodh), o aplicativo do MP-BA ficou em primeiro lugar no Prêmio do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) na categoria “Comunicação e Relacionamento”. A ferramenta também foi a vencedora entre todos os primeiros colocados das demais categorias da premiação nacional, recebendo o inédito prêmio de “Mérito e Afeto” como o projeto mais curtido entre outros 1.130 inscritos por unidades do Ministério Público de todo o país.
A entrega da premiação aconteceu na cerimônia de abertura do 10º Congresso de Gestão do Ministério Público, na manhã de ontem, em Brasília. A procuradora-geral de Justiça da Bahia, Ediene Lousado, e a idealizadora do aplicativo, promotora de Justiça Lívia Santana e Sant’Anna Vaz, receberam os dois troféus, entregues pelo conselheiro Sebastião Caixeta, presidente da Comissão de Planejamento Estratégico do CNMP.
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