As gêmeas siamesas unidas pelo abdômen nascidas em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo da Bahia, apesar de já estarem em Goiânia no Hospital da Criança que é referência em cirurgia de separação de bebês, elas só serão submetidas ao procedimento de separação quando completarem um ano.
Ao G1 o médico Zacharias Calil informou que o caso de Laura e Laís é “considerado raro e complexo”. As siamesas estão unidas pela bacia e pelo abdômen e compartilham fígado, bexiga e intestino.
A equipe médica explicou que é necessário esperar o período de um ano para as gêmeas tenham pele suficiente para poder passar pelo procedimento.
“Não tem pele suficiente para o fechamento do abdômen, da bacia. Em cerca de 8 meses nós vamos fazer a introdução dos expansores de silicone, que é embaixo da pele. Eles são insufláveis, por isso vai crescendo”, explicou o médico ao veículo.
BA Ministério da Saúde libera R$ 48 milhões para obras e equipamentos na Bahia
BA Governo Jerônimo marca novo leilão do antigo Centro de Convenções
BA Bolsa Presença: pagamento de maio é liberado para mais de 352 mil estudantes na Bahia
Bahia TCM determina suspensão de contratos do São João de Irecê e questiona gastos de R$ 10,2 milhões
Bahia Rodovias baianas devem receber 600 mil veículos no feriado de Corpus Christi
BA A cada 29 segundos, uma mulher recebe medida protetiva no Brasil; Bahia é a 4ª no ranking