As gêmeas siamesas unidas pelo abdômen nascidas em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo da Bahia, apesar de já estarem em Goiânia no Hospital da Criança que é referência em cirurgia de separação de bebês, elas só serão submetidas ao procedimento de separação quando completarem um ano.
Ao G1 o médico Zacharias Calil informou que o caso de Laura e Laís é “considerado raro e complexo”. As siamesas estão unidas pela bacia e pelo abdômen e compartilham fígado, bexiga e intestino.
A equipe médica explicou que é necessário esperar o período de um ano para as gêmeas tenham pele suficiente para poder passar pelo procedimento.
“Não tem pele suficiente para o fechamento do abdômen, da bacia. Em cerca de 8 meses nós vamos fazer a introdução dos expansores de silicone, que é embaixo da pele. Eles são insufláveis, por isso vai crescendo”, explicou o médico ao veículo.
BA Ponte Salvador-Itaparica: governo define local da sede e canteiro de obras; confira
BA Ex-deputado federal é preso por suspeita de receber R$ 2 milhões para facilitar fuga de detentos na Bahia
BA Bahia: Serviços voltam a crescer puxados por alta de 10,2% nas atividades às famílias
BA Bahia convoca 111 novos professores para a rede estadual de ensino
BA Abastecimento de água será interrompido em seis cidades baianas nesta segunda
BA Coelba intensifica operação contra “gatonet” em Salvador e outras 20 cidades da Bahia