O Projeto de Lei Antifacção, aprovado pela Câmara dos Deputados na terça-feira (18), deve ter uma tramitação acelerada no Senado.
A expectativa do governo é de um ambiente mais favorável para negociações na Casa Legislativa, onde a base governista se mostra mais consolidada. A informação é da CCN.
O relator Alessandro Vieira (MDB-SE) indicou a possibilidade de ajustes no texto, principalmente em questões relacionadas à PF (Polícia Federal). Embora tenha recuado quanto à questão da autonomia, permanece em discussão o tema dos recursos destinados à instituição. Vieira apresenta uma visão mais moderada sobre o impacto financeiro da proposta, divergindo das estimativas governamentais que apontam cifras bilionárias.
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