O implante contraceptivo hormonal Implanon começou a ser oferecido de forma obrigatória pelos planos de saúde nesta segunda-feira (1), para pessoas de 18 a 49 anos de idade.
O Implanon impede a gravidez por três anos, e se caracteriza por ser uma haste pequena e flexível inserida sob a pele do braço. Ele libera continuamente o hormônio etonogestrel, um derivado sintético da progesterona, que impede a ovulação e, consequentemente, a gestação.
Caso haja negativa de cobertura pelos planos, a recomendação é que a beneficiária registre reclamação diretamente na operadora e, se não houver solução, acione a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) pelos canais oficiais. Em julho, o Ministério da Saúde confirmou a incorporação do implante ao Sistema Único de Saúde (SUS). A previsão é que a rede pública passe a oferecer o método ainda neste ano.
Apesar da eficácia, o Implanon não deve ser utilizado por mulheres com histórico de câncer de mama, doença hepática grave, sangramento vaginal sem diagnóstico ou alergia ao etonogestrel.
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