Agência Brasil - Na semana em que a tragédia de Brumadinho (MG) completou cinco meses, a mineradora Vale tem 33 barragens com as atividades interditadas em Minas Gerais.
A maioria das paralisações são em decorrência de determinações da Justiça, atendendo a pedidos do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) com base em documentos que questionam a segurança das estruturas. Decisões da Agência Nacional de Mineração (ANM), da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad) e até da própria Vale também culminaram em interdições.
Três das 33 estruturas paralisadas estão na Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, onde houve o rompimento da barragem B1 em 25 de janeiro, causando mais de 200 mortes. As demais estruturas com operações suspensas se situam nas cidades mineiras de Nova Lima, Ouro Preto, Itabirito, Itabira, Barão de Cocais, Rio Piracicaba e Mariana.
Para diversas barragens, o nível de segurança, índice que indica o risco de rompimento, foi elevado para 2 ou 3. Quatro delas apresentam as situações mais delicadas: Sul Superior, em Barão de Cocais; Forquilha I e Forquilha III, em Ouro Preto; e B3/B4, em Nova Lima. Essas barragens estão no nível 3, alerta máximo que significa risco iminente de ruptura.
No último dia 22, foram retomadas na integralidade as operações da barragem de Laranjeiras. Ela integra a Mina de Brucutu, a maior da Vale em Minas Gerais. Inaugurada em 2006 no município de São Gonçalo do Rio Abaixo (MG), a mina foi implementada ao custo de US$ 1,1 bilhão.
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