Desde o início do ano, o Distrito Federal contabilizou 38 mortes por dengue, o que fez a unidade federativa liderar o ranking, na frente até mesmo de Minas Gerais, que tem registrado o maior número de casos da doença. Ainda estão sendo investigadas 78 mortes classificadas como suspeitas de terem sidos causadas pela doença.
Dados da Secretaria de Saúde do DF mostram um total de 81.408 casos prováveis da doença até o último dia 17, que em relação ao ano passado teve um aumento de 1.351%. A maioria das infecções foi identificada em mulheres e na faixa etária de 20 a 29 anos, seguida pelo grupo de 70 a 79 anos.
Foi decretada situação de emergência em saúde pública em janeiro do DF, em meio a uma explosão de casos de dengue. Publicado no Diário Oficial da União, o decreto citava não apenas a expansão de casos da dengue, mas “risco de epidemia por doenças transmitidas pelo mosquito aedes aegypti”, o que inclui outras arboviroses como zika e Chikungunya, por exemplo, além de febre amarela.
A primeira unidade da Federação a iniciar a vacinação contra a dengue no Sistema Único de Saúde (SUS) foi o DF. Desde o último dia 9, crianças de 10 e 11 anos podem ser imunizadas contra a doença. O esquema vacinal consiste em duas doses com intervalo de três meses. No total, 15 unidades básicas de saúde (UBS) estão aplicando a vacina.
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