A proporção de famílias com contas em atraso caiu 0,2 pontos percentuais em junho, conforme a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). Foi primeira vez, desde setembro de 2021, que o levantamento da Confederação Nacional do Comércio (CNC) apresentou declínio na inadimplência. Entre as que afirmam que não terão condições de pagar as contas atrasadas, a retração também foi de 0,2 pontos percentuais, atingindo 10,6%, o menor percentual do indicador desde fevereiro deste ano.
Com relação ao endividamento, também houve diminuição na Peic de junho. A proporção de famílias que relataram ter dívidas a vencer chegou a 77,3% em junho – menos 0,1 ponto percentual em relação ao mês anterior. Foi a segunda queda seguida deste indicador, entretanto com relação a junho de 2021, a pesquisa indicou crescimento de 7,6 pontos percentuais. Responsáveis por 86,6% dos endividados, os débitos com cartão de crédito caíram 1,9 ponto percentual.
O presidente da CNC, José Roberto Tadros, atribui a queda à evolução positiva do mercado de trabalho. “Com menos restrições impostas pela pandemia e as medidas temporárias de suporte à renda, como saques extraordinários do FGTS, antecipações do 13º salário, INSS e maior valor do Auxílio Brasil, a população precisou apelar menos para os gastos no cartão”.
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