A Organização Mundial da Saúde (OMS) descartou, nesta segunda-feira (23), a necessidade de vacinações em massa contra a varíola dos macacos fora da África. Segundo o órgão, medidas como boa higiene e comportamento sexual seguro ajudam a controlar a propagação do vírus.
Em entrevista à Reuters, Richard Pebody, que lidera a equipe de patógenos de alta ameaça na OMS Europa, também afirmou que os suprimentos imediatos de vacinas e antivirais são relativamente limitados.
Autoridades de saúde pública na Europa e na América do Norte estão investigando mais de 100 casos suspeitos e confirmados da infecção viral no pior surto do vírus fora da África, onde a doença é endêmica.
As principais medidas para controlar o surto são o rastreamento e o isolamento de contatos, disse ele, observando que não é um vírus que se espalha com muita facilidade e nem causou doenças graves até agora.
Cientistas tentam, neste momento, entender a origem dos casos e se algo sobre a doença mudou. Ainda não há evidências de que o vírus tenha sofrido mutações.
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