Ao menos 2,2 mil profissionais da Saúde, em Salvador, estão afastados por licença médica. O número é da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e foi divulgado na segunda-feira (10). Há dois anos na linha de frente da pandemia de coronavírus, os trabalhadores vivenciam rotinas excessivas e com sobrecarga o suficiente para adoecer, segundo o secretário da pasta, Leo Prates.
"Não porque querem, mas porque não suportam mais. Me incomoda estarem às 7h na fila na frente dos postos, que só abrem 8h. A maioria dos trabalhadores da saúde, inclusive, são mulheres que têm filhos para levar na escola, tem todas as atribuições", ponderou Prates.
De acordo com Leo, o atendimento dos profissionais se estendem também aos esquemas de vacinação e testagem dos vírus em circulação. "Para se ter uma ideia, nós estamos hoje com a vacina da gripe, a vacina da Covid, a vacinação normal e é uma complexidade. Muita gente olha a vacinação e não compreende a dificuldade que a gente passa", afirmou à imprensa.
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