Investigada pela CPI da Pandemia, no Senado, pelo TCU e pelo Ministério Público Federal, a compra de imunizantes contra a Covid-19 da marca indiana Covaxin envolve uma segunda intermediadora. A Envixia Pharmaceuticals LLC, dos Emirados Árabes, aparece em memorando divulgado nesta sexta-feira (9) pela Folha de S. Paulo.
Esta empresa seria responsável responsável por apoiar todas as atividades relacionadas a registro e comercialização do imunizante no Brasil. O documento foi firmado pelo laboratório Bharat Biotech, desenvolvedor do imunizante indiano, em 24 de novembro de 2020, junto com a brasileira Precisa.
Além das duas intermediadoras, a Bharat incluiu a Madison Biotech, de Singapura, para receber o pagamento do governo brasileiro. De acordo com o que foi revelado até aqui, nenhum recurso foi pago pois, como não há autorização da Anvisa, não houve importação do produto da Bharat.
A Covaxin custa ao país US$ 15 a dose, em contrato global de cerca de R$ 1,6 bilhão. Segundo senadores da CPI e o Tribunal de Contas da União, a vacina foi ofertada ao Brasil por US$ 10 a dose, mas o valor subiu durante as negociações.
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